Graffiti na usina!

Apaixonado por arte, o engenheiro francês Philippe Quenet decidiu mudar o cenário onde trabalhava: com o apoio da empresa dona da usina, a Electricité de France S.A. E a Aliança Francesa no Rio, contratou uma série de grafiteiros – brasileiros e franceses – que mudaram a cara da indústria.

Anga Teriva

Em tempos em que estão em pauta discussões sobre o novo código florestal, anistia para quem desmatou e a construção da usina de Belo Monte, a sociedade fica entorpecida pelo sentimento de impotência individual. De forma coletiva, protestos abrangentes demais não parecem alcançar os ouvidos de quem está no poder, mas são positivos por conscientizar…