Pós-pós-pós-pop

Fascinado pela cultura de consumo, Neil Max discute em seus trabalhos – que são cunhados por ele como “pós-pós-pós-pop” (sic) – o apoderamento corporativo das emoções humanas, a onipresença de plásticos e os conceitos embutidos em se sentir bem versus se sentir mal. Juntando cores, formas e textos, ele criou os mais poderosos produtos de…