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    <title>Zupi . Arte, design, ilustração, graffiti, propaganda e moda</title>
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    <dc:language>en</dc:language>
    <dc:creator>info@zupidesign.com</dc:creator>
    <dc:rights>Copyright 2012</dc:rights>
    <dc:date>2012-02-09T18:04:24+00:00</dc:date>
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      <title>Interiores cristalinos</title>
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      <description>Peony Yip se diz uma artista amadora que tenta desenhar o seu próprio caminho. As conceituais ilustrações da jovem chinesa são feitas a lápis e misturam a cor grafite com a azul e a vermelha.
Peony Yip, aka The White Deer, se diz uma artista amadora que tenta traçar o seu próprio caminho. Além do desenho, sorvetes de chocolate com menta e fotografia fazem o coração desta jovem chinesa bater mais forte.

As conceituais e humildes ilustrações de Peony são feitas a lápis e contrastam a cor grafite com a azul e vermelha. Uma de suas séries sobrepõe animais em corpos femininos, ilustrações que refletem sobre a natureza humana e a íntima relação entre as duas espécies.
















Peony também nos faz debater com pensamentos sobre as nossas afinidades e os sentimentos que a falta ou excesso de afeto podem originar.

 










+ Informações
The White Deer</description>
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      <dc:date>2012-02-10T15:55:41+00:00</dc:date>
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      <title>Olhares em condução</title>
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      <description>Cada obra produzida por Edith Lebeau reflete uma emoção diferente. Dando muita expressão aos olhos de seus personagens, as pinturas da canadense também retratam algumas figuras famosas da música e do cinema.Ser filha de artistas ajudou a canadense Edith Lebeau a construir seu próprio mundo imaginário. Cursou a Universidade de Belas Artes de Quebec, formando&#45;se em 2005. Os personagens de suas pinturas são geralmente mulheres que apresentam feições bem expressivas. Segundo a artista, o olhar é a coisa mais importante de seu trabalho, &#8220;a maneira pela qual o personagem conta sua história ao espectador”.

Dependendo do clima da pintura, Edith insere elementos naturais e bizarros, como cobras e insetos ou flores e animais. Confira abaixo as pinturas dela e veja se consegue identificar os rostos famosos:













Edith Lebeau</description>
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      <dc:date>2012-02-10T12:41:19+00:00</dc:date>
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      <title>Detalhes de uma conversa com Mathiole</title>
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      <description>Um pouco de nerd, jogador frustrado e rockstar, este artista nos encanta com suas coloridas ilustrações. Confira aqui detalhes de um bate papo no mínimo interessante com Mathiole.
A Zupi bateu um papo com o ilustrador Matheus Lopes, mais conhecido como Mathiole (a origem e significado desse apelido permanecem desconhecidos!). Responsável por algumas capas que deixaram o site da Zupi mais inspirador, a cegonha deixou este artista em Belo Horizonte, lugal no qual ele mora até hoje. Segundo o próprio, ele é metade nerd e metade jogador de futebol frustrado. 

O cara é viciado em música e um dos seus planos é ainda ser um rockstar. Ele não assiste à televisão, não tem um smartphone e praticamente só gasta seu dinheiro com comida. Recentemente, fundou o estúdio de design e ilustração Verso, junto aos colegas Hafaell e Vó Maria. O resto dos detalhes você descobre na conversa abaixo.






[Zupi] Durante a infância, você pedia para o Papai Noel um conjunto de lápis ao invés de um videogame? 

Aos 14 anos, quando comecei a desenhar, Papai Noel já era uma lenda pra mim. Meus pais não conseguiram me enganar por muito tempo, lá pros nove anos eu já tinha desvendado o mistério.

Lembro que sempre levava jeito para criar coisas. Durante toda a minha infância, o único presente que pedia era Lego, meu brinquedo favorito. Em um belo dia, conheci o Master System e o Sonic, fiquei maravilhado. Desde então, eu entrei em um vício crescente de videogame que só parou um pouco antes de entrar na faculdade. Inclusive, nessa época, devido à influência dos games, meu sonho era ser um modelador 3D ou um character designer. 

Com o tempo fui influenciado por um grande amigo que me apresentou histórias em quadrinhos e foi assim que nasceu a vontade de cursar uma escola especializada. Posso dizer, com muito orgulho, que abdiquei de dois anos da adolescência para me dedicar ao desenho. 




[Zupi] Dizem que quando desenhamos o tempo para&#8230;

O tempo pula. Ele para em um instante, em outro já são três da manhã. É terapêutico e, ao mesmo tempo, enlouquece. Eu sempre achei que, para saber desenhar, não é necessário dom, mas sim paciência e persistência, porque os resultados demoram a chegar. E, mesmo quando você já sabe desenhar (pelo menos no meu caso), é sempre um desafio atrás do outro. 





[Zupi] Você acredita que desenho é estudo/treino ou pode ser talento? 

Eu acredito fortemente que um desenho bom surge com a prática. Talento é algo que as pessoas acreditam apenas para embelezar e camuflar tudo o que está por trás. Eu entrei na escola sem saber nada e hoje escuto pessoas dizendo que sou talentoso. 

É claro que existem aqueles que aprendem mais rápido que outros e possuem facilidade em lidar com determinados assuntos.Posso dizer que desenho é treino e amor.


[Zupi] Quando você decidiu que design e ilustração seriam os seus companheiros de trabalho? 

Bom, na época foi um gesto impensável. Quando prestei vestibular, queria fazer algo nesta área. Eu sou muito pragmático, então acabei optando por fazer design gráfico, mesmo sem ter muita noção do que iria aprender. Felizmente, caiu como uma luva e a aliança surgiu sem eu me dar conta.







[Zupi] Em algum momento você já pensou em mudar de profissão? 

Já, algumas vezes. Eu gosto muito de música, sei tocar baixo, bateria, guitarra &#45; só o básico. Porém, ao lembrar que, para ser bom, tenho que voltar a me dedicar muito, eu abandono a ideia. Quem sabe um dia, né? Por enquanto, eu mantenho a música apenas como um hobby.





[Zupi] Quais técnicas você utiliza para dar vida as suas ideias? 

Eu gosto de usar tudo que estiver ao meu alcance: pintura, colagem e vetor. Quem escolhe só uma técnica para desenvolver as ideias acaba se limitando. A aquarela é a que mais tenho controle. Também brinco com ecoline, uma espécie de aquarela líquida e viva, e tento usar acrílica, mas ainda não consegui pegar o jeito da coisa. 

Uso o computador para auxiliar, seja para fazer a composição, mudar e retocar as cores ou fazer as linhas. Resumindo, minha técnica é uma mistura do tradicional com o digital. 







[Zupi] Nas horas vagas, você costuma desenhar? 

Eu não costumo ter horas vagas porque, quando não faço nada, estou desenhando. Só no final de semana que tiro um descanso pra encontrar com os amigos e bater uma pelada.






+ Informações
Mathiole</description>
      <dc:subject>News,</dc:subject>
      <dc:date>2012-02-09T21:11:58+00:00</dc:date>
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      <title>Humor nuclear</title>
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      <description>A Ecotricity utilizou o bom humor para passar uma mensagem muito séria. Visando a transição da produção de energia nuclear para formas mais limpas e seguras, a empresa deu vida a torres de resfriamento.
A empresa Ecotricity encontrou uma boa maneira de mostrar suas intenções. Com o vídeo Collapsing Cooling Towers (colidindo torres de resfriamento em tradução livre), ela crítica, com uma abordagem simpática, o perigo que as usinas nucleares causam à humanidade

A ideia é apoiar os investimentos em formas de produção mais limpas, como a eólica e a solar, incentivando a mudança de geração de energia na Inglaterra. Vale muito a pena assistir:</description>
      <dc:subject>Zupi.Tv, News,</dc:subject>
      <dc:date>2012-02-09T20:12:50+00:00</dc:date>
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      <title>Novas e velhas de Mark Jenkins</title>
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      <description>Intervindo em ruas de diferentes cidades no mundo, esse americano arquiteta cenas pertubadoras, confusas e engraçadas. Aqui mostramos um panorama de ideias pensadas por ele.Brincar com a rua e causar estranhamento faz parte do trabalho de Mark Jenkins. A matéria&#45;prima que dá forma a suas ideias é a fita adesiva, com a qual o americano faz surgir atores que se confundem com seres humanos ou bebês translúcidos, que mais parecem feitos de gelo.

As cenas perturbadoras arquitetadas por ele, de tão realistas, já foram muitas vezes caso de queixa na polícia. Uma curiosidade é que ele estreou no Rio de Janeiro. Foi meio por acidente; Jenkins precisava fotografar um material e não havia espaço onde estava, então usou a rua. Gostou tanto do buzz que aí está até hoje.

Na sequência, você vê um panorama de velhas e novas produções de Mark Jenkins:



Moscou



Washignton



Tudela &#45; Espanha



Dublin


Suécia


Washington


Seul


Barcelona


Sérvia


Baltimore


Londres


Bordeaux


Carolina do Norte


Espanha


Washington


Londres


Suécia



Para ver mais, acesse o site dele aqui.</description>
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      <dc:date>2012-02-09T19:19:02+00:00</dc:date>
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      <title>Beavis e Butt&#45;Head como você não queria</title>
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      <description>Kevin Kirkpatrick, artista de special effects, criou duas esculturas hiperrealistas dos famosos personagens. Para ver de perto, é só clicar.Kevin Kirkpatrick é um artista de special effects que já trabalhou em filmes como Piratas do Caribe e X Men. Ele criou duas esculturas hiperrealistas dos personagens Beavis e Butt&#45;Head, retirando&#45;os do mundo dos desenhos. Bonitos, não?</description>
      <dc:subject>News,</dc:subject>
      <dc:date>2012-02-09T17:00:26+00:00</dc:date>
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      <title>Essa dança pega</title>
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      <description>Em homenagem à epidemia de dança de 1518, a brasileira Niege Borges criou um Tumblr com posters de passos de danças presentes em filmes famosos para você se soltar na frente do espelho e depois na pista.
Tudo começou na França, na cidade de Stransbourg. Lá, em 1518, uma mulher chamada Frau Toffea começou a dançar incontrolavelmente por dias. A dança da francesa pegou! Após uma semana, algumas pessoas se juntaram a ela e, depois de um mês, 400 dançarinos espalhavam&#45;se pelas ruas.

Em homenagem à epidemia de dança, a brasileira Niege Borges criou um Tumblr com posters de passos de danças presentes em filmes e seriados famosos para você se soltar na frente do espelho e depois na pista.

















+ Informações
Dancing Plagues of 1518</description>
      <dc:subject>News, Top Sites,</dc:subject>
      <dc:date>2012-02-09T13:44:51+00:00</dc:date>
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      <title>Reflexos do dia a dia</title>
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      <description>Everyday Reflections é o nome da série do estoniano Heikki Leis, que faz retratos a lápis de pessoas em frente a seus espelhos. Com desenhos super realistas, ele quer (e consegue) capturar atividades que nos passam despercebidas.Everyday Reflections é o nome da série de Heikki Leis, da Estônia. Ele faz retratos a lápis de pessoas em frente a seus espelhos, com a ideia de representar atividades rotineiras. Os desenhos são super realistas, olha só:
























Heikki Leis</description>
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      <dc:date>2012-02-09T12:40:33+00:00</dc:date>
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      <title>Anatomia redobrada</title>
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      <description>A americana Lisa Nilsson pode deixar as aulas de biologia muito mais interessantes. Com técnicas de dobrar e moldar papéis, a artista cria belos retratos da anatomia humana.Se anatomia fosse dada assim no colégio, talvez muitos não teriam tanta dificuldade nas provas de biologia. A artista Lisa Nilsson leva semanas para construir cada parte do corpo e se baseia em retratos fiéis de seu interior.

O método de trabalho de Nilsson remete ao Renascimento. Denominada quilling, a técnica consiste em enrolar e modelar o papel. Em tempos em que a produção digital é predominante, ver alguém que realmente recorta e enrola os papéis para criar algo diferente é muito legal! 

Confira aí o que a Lisa deixou para nós:&amp;nbsp;</description>
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      <dc:date>2012-02-08T19:11:42+00:00</dc:date>
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      <title>Museu Imaginário</title>
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      <description>Alexandre Madureira é um artista que possui clara bagagem pop, trabalhando intensamente seu lado iconoclasta ao interpretar a história da arte de um jeito bem particular.Nascido na cidade do Porto, ele vive em Barcelona há cerca de oito anos e é lá que cria as pinturas que você vê abaixo. Alexandre Madureira é um artista que possui clara bagagem pop e trabalha de forma intensa seu lado iconoclasta ao interpretar, de um jeito bem autoral, a história da arte.

Madureira começou como pintor em 1997. Ele quer que sua obra tenha apelo popular, por isso, procura atingir o maior número possível de pessoas utilizando ícones que estão na memória coletiva.

Abaixo mostramos duas de suas principais séries, “The Imaginary Museum” e “Do The Windows Have My Signature”?.


























Alexandre Madureira</description>
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      <dc:date>2012-02-08T17:53:13+00:00</dc:date>
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